18.5.20

MEUS 10 LIVROS FAVORITOS DA DÉCADA


Oi gente que ama livros, hoje é meu aniversário e que quero compartilhar com vocês os meus 10 livros favoritos dos últimos 10 anos. Acredito que esta seja a lista mais eclética que eu já fiz no blog, porque tem romance, drama e até terror. Essa lista passeia pelo mundo porque traz Brasil, vai até a India, passa por Porto Rico, visita alguns países da Europa e claro, tem Estados Unidos também. Enfim, pensar nestes 10 livros me trouxe sentimentos deliciosos porque cada um desse livros me levou para época distintas e sentimentos passados, mas cada um deles, traz muito do que ainda sou e do que acredito ser relevante quando escolhemos um livro para ler e fazer parte de nossas vidas.

Espero que gostem!!

Vamos conferir???

2010 – Melancia (Marian Keyes): Em 2010 este livro marcou a minha vida de um jeito muito positivo. O livro nos traz a Claire, uma mulher de 29 anos, que acabou de ter a sua primeira filha. Ela ainda está na maternidade quando o seu marido pede o divórcio, alegando que está apaixonado por outra mulher. Claire fica em estado de choque, e quando recebe alta e volta para casa com sua filhinha recém-nascida, descobre que o marido já levou suas coisas do apartamento em que moravam. Totalmente sem chão, ela decide passar sua licença maternidade na casa da família, em Dublin, na Irlanda. O livro se desenvolve em Claire superar o golpe emocional e tentar visualizar um futuro sem ele. Enquanto isso, passa por diversas fases: uma tristeza desoladora e um ódio mortal do mundo, até que se cansa da sua própria depressão e tenta se reerguer. Neste momento que conhecemos o Adam, um universitário mais novo que se encanta por ela e ela por ele. Na época em que li este livro eu estava passando pelo meu próprio divórcio e foi muito especial compartilhar aquela fase com essa personagem. Embora o drama da minha separação não tenha absolutamente nada a ver com o da Claire, digo que ela foi uma excelente companhia para mim naquele período.

2011 – Eu (Ricky Martin): Não é novidade o quanto eu amo esse homem e ler sua história de vida foi muito especial para mim, até porque grande parte do livro não era de conhecimento do grande público e eu como fã, desconhecia muitas coisas que ele compartilhou nesta autobiografia. O livro conta sua história de vida como qualquer outra biografia. Relata a infância, o desejo de ser artista, ter sido reprovado nos testes para o Menudo por duas vezes, o tempo investido enquanto viajava pelo mundo cantando, as primeiras experiências amorosas, o relacionamento de altos e baixos com os pais, uma necessidade constante em busca da espiritualidade, o trabalho para se estabelecer no mundo do show business, a criação da sua fundação de ajuda humanitária, o desejo de ter sua família e a luta intensa e sem fim para se aceitar como homossexual. Tudo isso? Sim, mas acima de tudo, o homem comum atrás do astro. O livro é escrito de uma forma tão deliciosa e envolvente que é impossível não se apaixonar por ele, não desejar saber mais e entender que ele alcançou o sucesso que tem até hoje porque fez tudo da maneira certa. Não por ser um ícone no mundo das celebridades, mas por se tratar de uma pessoa sensível, Ricky não cita nomes de paixões ou profissionais que de certa forma o apoiaram ou tentaram derrubá-lo. Ele conta sobre si mesmo e isto deve bastar. O livro é muito gostoso de ler e nos apresenta um homem simplesmente maravilhoso.

2012 – Sua Resposta Vale um Bilhão (Vikas Swarup): Li este livro com aquela curiosidade incontrolável, porque tinha assistido ao filme baseado nele e ficado maravilhada com a produção. A obra conta a história de um indiano chamado Ram Mohammad Thomas que se encontra atrás das grades por ter ganho o maior prêmio já distribuído num programa televisivo, um bilhão de rúpias. Porque ele está preso? Oras, porque não haveria a menor possibilidade de um garoto indiano pobre, que nem completou o primeiro grau, saber a resposta de perguntas tão difíceis. Ou será que teria? Baseando-se nas perguntas que foram feitas no programa e nas respostas dadas por Ram, o autor começa a explicar exemplificando com fatos da vida do garoto como esse acontecimento tão impressionante foi possível. Ram é um garoto muito humilde que se envolveu em várias situações inusitadas em sua vida. Foi guia turístico do Taj Mahal, empregado na casa de uma grande estrela de cinema, trabalhou também para um espião, salvou uma garota de um pai abusivo, se apaixonou, e isso tudo foi apenas o começo dessa tão impressionante história. Eu li sem parar e a história de Ram me prendeu totalmente. Acho que nunca torci tanto para que as coisas dessem certo para um personagem como torci por Ram. Talvez pela sua simplicidade e ingenuidade diante dos fatos e situações que a vida impôs para ele, talvez pela sua honestidade ou pela sua amizade e dedicação com as pessoas que amava, não sei bem o motivo, mas Ram me cativou totalmente. Foi uma experiência de leitura muito boa. 

2013 – Como Eu Era Antes de Você (Jojo Moyes): Se você não morou embaixo de uma pedra nos últimos 10 anos, sabe que o livro nos traz a Lou, uma moça de 26 anos, que ainda mora com os pais, se sente à sombra da perfeita irmã mais nova e que se achando a criatura mais desprovida de inteligência e oportunidades do universo, acaba de perder o emprego. Lou precisa trabalhar para ajudar a família financeiramente e após algumas tentativas, faz uma entrevista na Granta House, a casa luxuosa de uma família rica. O cargo proposto é cuidar de um jovem tetraplégico, o Will e o primeiro dia de trabalho é uma prova de fogo. Will é irônico, ácido e ainda que não ofereça perigo a ela, uma vez que tenha todos os seus movimentos comprometidos do peito até os pés, Lou se sente intimidada por ele. Ela enfrenta os dias de trabalho sabendo que não pode se dar ao luxo de abrir mão daquele emprego e assim, lentamente, ela e Will desenvolvem uma amizade tocante. Esse livro me levou às lágrimas de uma forma que poucos livros conseguiram fazer. Tudo bem que eu choro fácil em livros dramáticos, mas neste tive a impressão que conhecia os personagens e senti a dor que o final trouxe.

2014 – Dezenove Minutos (Jodi Picoult): Este foi o livro que me apresentou uma das minhas autoras favoritas e marcou o meu 2014 com glória por ser perfeito!!! O livro nos traz uma premissa desgastada e assustadora na realidade americana: um adolescente entra em uma escola e atira nos alunos, funcionários e professores que estiverem na sua frente. Como em casos reais, o atirador foi vítima de bullying e naquele dia, decidiu se vingar de toda a maldade que faziam contra ele. Sendo assim, ele mata 10 pessoas e fere brutalmente mais 19, mas aí temos um diferencial da vida real para com a ficção do livro: o atirador não se mata ao final do massacre, a polícia consegue prendê-lo e o livro vai se desenvolver basicamente sobre o inquérito e ter o seu desfecho no julgamento. Apesar dos assassinatos, foi impossível não humanizar o atirador, não se compadecer dele, não amá-lo como ele era. Foram tantas humilhações e violências sobre ele, tantos momentos onde ele era diminuído e açoitado como ser humano que a minha vontade era me aproximar dele, abraçá-lo e dizer que tudo ia ficar bem. Não só me envolvi com ele em função do seu sofrimento, mas também pelo fato dele ser inteligente, com os melhores diálogos. Enfim, foi um livro forte, bem escrito, pertinente e que marcou minha vida.

2015 – Eu Vejo Kate (Cláudia Lemes): O livro nos traz a Kate, uma escritora americana que no momento está muito envolvida em seu novo projeto: escrever a biografia de Nathan Bardel, um serial killer que com requintes de crueldade, matou doze mulheres na cidade de Blessfield, (cidade natal de Kate) e após ser capturado, foi punido com a pena de morte pelo estado da Flórida. Kate fez uma excelente pesquisa sobre Bardel e quando começa a escrever o livro, recebe a notícia que a editora que publicaria a biografia não está mais interessada no projeto e oferece uma boa quantia para que Kate comece a escrever outro romance, gênero que já escreveu antes. Kate está muito envolvida neste projeto, não quer parar de pesquisar e escrever e ignora as orientações da sua agente para interromper a biografia. Segue pesquisando e neste processo de angariar informações, conhece Owen, agente federal que traçou o perfil de Nathan e teve a oportunidade de entrevistá-lo muitas vezes antes da sentença de morte ser executada. Owen e Kate se envolvem quase que automaticamente, porém ambos estão sufocando fantasmas do passado e em paralelo a isso, Kate recebe ameaças para arquivar o projeto sobre Nathan e novas mulheres aparecem mortas. Embora Nathan esteja morto, as mortes possuem as mesmas características das vítimas dele. O livro se desenvolverá em descobrir quem é o novo serial killer e a investigação se estabelece sob a plataforma de que qualquer um pode ser o assassino, inclusive Kate e Owen.

2016 – Uma História de Solidão (John Boyne): O livro Uma História de Solidão (John Boyne) foi um livro que me deixou arrasada, mas satisfeita porque traz uma narrativa corajosa, ousada e infelizmente, relevante. O livro nos traz o Odran, padre irlandês que infelizmente vê a Igreja Católica mergulhada em sérios escândalos relacionados à pedofilia e apesar dele ser um homem bom e digno da posição que ocupa, começa a questionar a administração de toda esta máquina eclesiástica. O livro começa com Odran já adulto em pleno exercício de seu ministério, como um dos melhores professores em um tradicional colégio católico. Paralelo a isso, ele assiste denúncias que envolvem conhecidos, especificamente, o padre Tom Cardle, contemporâneo de seminário e também seu melhor amigo de todos os tempos. Odran terá que assumir a paróquia que Tom é responsável e terá que mergulhar no passado oculto de uma da spessoas que ele mais tem consideração no mundo. Além de tentar quebrar a cultura do silêncio e da conivência no alto escalão da cúpula cristã. É um livro incrível, forte, bem escrito e muito pertinente.

2017 – As Fúrias Invisíveis do Coração (John Boyne): Vamos de John Boyne novamente? Óbvio, porque afinal vocês sabem que ele é o meu autor favorito né? O livro nos conta a história de um homem que ainda bebê foi colocado para adoção e teve o privilégio de crescer em uma família que gozava de conforto financeiro, mas que sempre deixou muito claro que ele era apenas um filho de criação. Porém, no início da adolescência ele começa a perceber que é diferente dos outros garotos e antes de conseguir conceituar quem é, já sabe que não gosta de meninas como os seus amigos. Vive sua adolescência e juventude dentro de um país em que a homossexualidade é crime e tenta de todas as maneiras deixar de ser quem é. O livro é intenso, bem escrito e extremamente pertinente. Assuntos importantes como aids e homofobia são abordados de maneira séria, o que dá muita consistência a trama. Além de uma volta ao mundo mostrando como foi a conquista dos direitos à comunidade LGBTQ+ ao longo de décadas. Um dos meus livros favoritos do autor.

2018 – Todo Dia a Mesma Noite (Daniela Arbex): O livro traz uma reportagem sobre a tragédia de Santa Maria que aconteceu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013, na qual 242 jovens morreram após o incêndio da boate em que estavam. A boate Kiss, uma das favoritas da juventude da cidade, pegou fogo após um membro da banda que estava se apresentando acender um sinalizador no palco, que atingiu a espuma que revestia o teto do local para abafar o som. Em função do local não ter saídas de emergência e da dificuldade da multidão encontrar a saída uma vez que as luzes se apagaram, a grande maioria das mortes ocorreu devido a fumaça tóxica que a queima da espuma gerou. Se você não morou embaixo de uma pedra desde 2013, sabe o quanto esta tragédia abalou o Brasil. Cinco anos depois daquela noite triste e dolorosa, a jornalista Daniela Arbex resolveu publicar o livro recontando aquela noite sob a perspectiva de quem sobreviveu e das famílias cujos filhos, pais e mães morreram ali. A narrativa do livro não é linear e isso causa uma sensação de confusão muito grande no leitor, mas tenho a impressão que foi de propósito para deixá-lo desorientado ao ler os depoimentos, como se estivesse vivendo aquela noite também. Foi a impressão que tive e compartilho com vocês que o livro extremamente bem escrito e muito emocionalmente narrado, nos faz ter sensações muito intensas: dor, calor, sede, tristeza, revolta e também esperança. Eu senti tudo isso enquanto lia e foram poucas as páginas em que eu não chorei desoladamente ao conhecer um pouco da intimidade daqueles jovens. Quando somos impactados por algo grande e doloroso assim, nos atemos algumas vezes somente as estatísticas: quantos morreram? Quantos se salvaram? Quantos culpados? Quantos, quantos e quantos. Números que muitas vezes são usados apenas para nos chocar. Mas quando cada um destes números ganha nome, profissão, curso e sonhos, a estatística perde força e a empatia fica mais fácil e íntima.

2019 – Flores Para Algernon (Daniel Keyes): Esse livro que dilacerou. Protelei sua leitura e me afastei das críticas positivas, mas a curiosidade me venceu e assim surgiu a minha melhor leitura do ano. O livro nos traz o Charlie, um homem de 32 anos com severo comprometimento intelectual. Charlie tem Fenilcetonúria e por conseguinte, um Q.I. baixíssimo, mas uma enorme vontade de aprender e “ser inteligente”. Sua grande motivação para aprender o torna a cobaia ideal para um experimento desenvolvido por cientistas em uma universidade: uma neurocirurgia capaz de aumentar a inteligência de um indivíduo. A experiência já foi realizada no rato Algernon e os resultados foram excelentes, então Charlie é submetido ao mesmo procedimento e a cirurgia dá certo e começa a se tornar inteligente, mas não consegue administrar essa sabedoria de forma que entenda que a inteligência não traz felicidade. É um livro que deveria ser lido por todo mundo porque nos faz pensar e desejar ser uma pessoa melhor com aquilo que temos: nossa capacidade de empatia e nosso senso de responsabilidade.

Enfim, esses foram os livros que marcaram a minha vida literária nos últimos 10 anos. Já leu algum deles??? Gostou? E quais são os seus livros favoritos da última década? Deixe nos comentários porque vou adorar conferir.

Beijos

16 comentários:

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  3. Olá, tudo bem? Aiii, que bacana ver livros tão diferenciados nessa mesma lista! Eu quero muito ler "Uma história de solidão", pois amo os livros que já li do autor. Eu sou de e moro em Santa Maria - RS e confesso que tenho um pouco de receio de ler o livro da Boate Kiss, pois é uma tristeza que se mantém até hoje nos corações de todos nós, e acredito que que eu vá chorar muito com esse livro. Adorei as escolhas!

    Beijos,
    Duas Livreiras

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  4. Olá Ivi, tudo bem?
    Adorei sua lista. Amo essa variedade que a leitura nos proporciona, de nos apaixonarmos pelos mais variados estilos. Não li nenhum desses ainda. Já tentei Melancia mas não estava em um bom momento e acabei abandonando. Dos outros, tem alguns que tenho muita vontade de ler, ou pelo menos conhecer a escrita do autor.

    Beijo!
    https://www.amorpelaspaginas.com/

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  5. Olá, como vão as coisas?

    Do seu top 10, eu só li "Todo dia a mesma noite" e amei, apesar do plano de fundo ser tão triste e, infelizmente, verdadeiro. Mas é que eu gosto bastante de obras com esse tom jornalístico e tudo mais. Tenho muita vontade de ler essa biografia do Ricky Martin e sou doido para conhecer a escrita da Jojo Moyes também, porque amei o filme de "Como eu era antes de você", então, o livro deve ser beeem melhor.

    Abraços!
    www.acampamentodaleitura.com

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  6. Olá, tudo bem? Uau que bacana a lista. Pensando aqui, eu devo ter uns 8 anos de leitora assídua e não consigo imaginar meus livros favoritos desse tempo todo (ou consigo mas não quero montar uma lista haha). Dos seus citados já li Como Eu Era Antes de Você, e tenho muita curiosidade com a da Jodi Picoult. Adorei!
    Beijos

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  7. Oi, Ivi!!
    Muito eclética essa sua lista! Que bacana!!!
    Não conhecia alguns dos livros e anotei várias dicas!
    Seria incapaz de fazer uma lista assim porque sou daquelas que ama tudo com muito ardor!! kkkk Ia ficar louca! Teria que ser uns 10 por ano!! Rs...
    Adorei a postagem e parabéns atrasado!
    beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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  8. Parabéns, mesmo que atrasado por seu aniversário : ) Nunca li nenhum dos livros que você listou, embora tenha um ou outro na minha wishlist. E realmente, na sua lista tem de tudo. Admiro listas assim, que não se prende a um gênero apenas!

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  9. Oi Ivi!
    Li apenas dois desses livros que citou, Eu - Ricky Martin e Como eu era antes de você, são livros fantásticos que me marcaram também. Fiquei curiosa sobre Uma história de solidão e Melancia (esse tenho o livro mas nunca me interessei e agora me deu curiosidade em saber mais da personagem). Parabéns por suas escolhas é muito bom quando o livro nos trás reflexões e também ensinamentos, obrigado pelas dicas, bjs!

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  10. Oi, Ivi! Muitos livros bacanas, John Boyne merece mesmo estar na lista!
    Eu não li todos os que você mencionou, mas gostei muito! Não curti tanto Melancia, acho Férias ainda o melhor da autora rsrs.
    Bjos
    Lucy - Por essas páginas

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  11. Olá, tudo bem ?
    De todos que citou, eu só li Como Eu Era Antes de Você , na época me impactou muito. O livro do Ricky Martin eu tenho, mas nunca li, pretendo um dia.
    Beijos.
    www.estilo-gisele.blogspot.com.br

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  12. Oi tudo bem? Acho que eu teria muita dificuldade em eleger os melhores livros lidos rs
    Conheço a maioria dos livros citados, mas nunca li nenhum deles, vou tentar mudar isso em breve ;)
    att,

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  13. Oi, Ivi! Tudo bem?
    Que lista legal! Acho que eu nunca tinha parado para pensar nos meus favoritos de cada ano de uma década, mas achei que você conseguiu elaborar uma lista bem eclética mesmo. Dos livros que você citou, eu só li Como eu era antes de você e amo demais. Provavelmente, ele estaria na minha lista também.
    Beijos!

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  14. Títulos excelentes. Desses que citou eu tenho e desejo ler "Flores para Algernon", não consigo inserí-lo na minha lista, mas irei arranjar um tempo para isso. Eu ainda não fiz a minha lista, mas irei fazer em breve.

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  15. olá

    eu também tenho uma admiração profunda pelo Ricky Martin porque é uma pessoa muito iluminada e guerreira. Sou apaixonada pelos livros do John Boyne. A sensibilidade tocante dele é um sublime e parece de outro mundo.

    beijos

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  16. Oi Ivy
    Que lista quentinho no coração. Eu li melancia tem muitos anos, acho que no ano de lançamento, e preciso reler. Lembro de ter gostado muito da história.

    Vidas em Preto e Branco

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