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Tag: Livros e Números



Oi gente que ama livros, hoje venho com a tag LIVROS E NÚMEROS. Esta tag foi criada originalmente pela Aione do blog MINHA VIDA LITERÁRIA. Dei uma discreta adaptada em alguns quesitos e está aí para vocês apreciarem:

Quesitos:

1 – Um livro que você tem há 1 ano e ainda não leu: 
CIDADES DE PAPEL (John Green). Depois que conheci a escrita do John Green e outras coisinhas sobre sua carreira de escritor, me apaixonei por ele e sendo assim, comprei todos os livros que ele havia publicado no Brasil, mas ainda não consegui encaixar a leitura deste livro na minha vida e confesso que estou ansiosa pra ler, porque o filme adaptado do livro está para ser lançado e é claro que eu quero ler antes de assistir, então, esta será uma das minhas próximas leituras. Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

2 – Um livro escrito por 2 autores: 
INVISÍVEL (David Levithan e Andrea Cremmer): Adoro a escrita do David Levithan e foi bem legal conhecer a Andrea Cremmer também. O livro nos traz o Stephen que passou a vida do lado de fora, olhando para dentro. Amaldiçoado desde o nascimento, ele é invisível. Não apenas para si mesmo, mas para todos. Não sabe como é seu próprio rosto. Ele vaga por Nova York, em um esforço contínuo para não desaparecer completamente. Mas um milagre acontece, e ele se chama Elizabeth. Recém-chegada à cidade, a garota procura exatamente o que Stephen mais odeia. A possibilidade de passar despercebida, depois de sofrer com a rejeição dos amigos à opção sexual do irmão. Perdida em pensamentos, Elizabeth não entende por que seu vizinho de apartamento não mexe um dedo quando ela derruba uma sacola de compras no chão. E Stephen não acredita no que está acontecendo… Ela o vê! Stephen tem sido invisível por praticamente toda sua vida – por causa de uma maldição que seu avô, um poderoso conjurador de maldições, lançou sobre a mãe de Stephen antes de ele nascer. Então, quando Elizabeth se muda para o prédio de Stephen em Nova York vinda do Minnesota, ninguém está mais surpreso do que ele próprio com o fato de que ela pode vê-lo. Um amor começa a surgir e quando Stephen confia em Elizebth o seu segredo, os dois decidem mergulhar de cabeça do mundo secreto dos conjuradores de maldições e dos caçadores de feitiços para descobrir uma maneira de quebrar a maldição. Mas as coisas não saem como planejado, especialmente quando o avô de Stephen chega à cidade, descontando sua raiva em todo mundo que cruza seu caminho. No final, Elizabeth e Stephen devem decidir o quão grande é o sacríficio que estão dispostos a fazer para que Stephen se torne visível – porque a resposta pode significar a diferença entre a vida e a morte. Pelo menos para Elizabeth.
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3 – Um livro narrado sob 3 pontos de vista diferentes: 
SUSHI (Marian Keyes): Quem me acompanha aqui no blog sabe que Marian Keyes é uma das minhas autoras prediletas e este livro foi uma deliciosa aventura para mim. SUSHI é um livro sobre a busca da felicidade E ensina que, quando você deixa as coisas ferverem sob a superfície por tempo demais, cedo ou tarde elas acabam transbordando. Perspicaz, engraçado e humano, este romance de Marian Keyes consolida sua posição como a mais popular jovem autora da Grã- Bretanha. Lisa Edwards, a durona e sofisticada editora de revistas, acha que sua vida acabou, quando descobre que seu novo emprego "fabuloso" não passa de uma ordem de deportação para a Irlanda, com a missão de lançar uma revista. Ashling Kennedy, a editora assistente desta nova revista, também tem seus problemas. É a Rainha da Ansiedade, e não é de hoje que sente que algo não está cem por cento na sua vida. E não só porque o que lhe sobra são bolsas, falta em cintura e namorado - mas porque, no fundo, no fundo, falta algo mais, como aquele pontinho minúsculo que fica na tela quando a gente desliga a TV à noite. Conhecida como "Princesa", a vida sempre deu a Clodagh tudo que queria (e por que haveria de ser diferente, quando se é a garota mais bonita da turma?). Ao lado de seu príncipe e dois filhinhos encantadores, ela vive um conto de fadas doméstico em seu castelo. Mas então, por que será que nos últimos tempos anda sentindo vontade - e não pela primeira vez - de beijar um sapo? 
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4 – Um livro que você leu há 4 anos: 
NÃO HÁ SILÊNCIO QUE NÃO TERMINE (Ingrid Betancourt): Lembro como se fosse hoje a época em que eu conheci a história da Ingred, março de 2011, exatos 4 anos. Filha de uma tradicional família colombiana, educada na Europa, Ingrid Betancourt resolveu abandonar a segurança de uma vida confortável para dedicar-se aos problemas de seu conturbado país. Elegendo-se sucessivamente deputada e senadora, Ingrid fundou em 1998 o partido Oxigênio Verde, com o objetivo de trazer novas esperanças à política colombiana, marcada pela violência e pela corrupção. Interessada em promover o diálogo entre as diversas facções da guerra civil que há décadas dilacera a Colômbia, a jovem senadora resolveu em 2001 lançar sua candidatura às eleições presidenciais. No ano seguinte, durante uma viagem de campanha ao único município governado por um prefeito de seu partido, a candidata, foi sequestrada por um comando das Farc, junto com diversos assessores e seguranças, num episódio até hoje mal explicado. Levada para o interior da selva em inúmeras viagens de barco, caminhão e marchas a pé, Ingrid se viu repentinamente desligada do convívio dos amigos e da família, isolada do mundo exterior em meio a guerrilheiros fortemente armados. A autora deste livro passou mais de seis anos em poder das Farc. Sua visível agonia, documentada por cartas e "provas de vida" em vídeo, bem como sua libertação numa célebre e cinematográfica operação do Exército colombiano, em 2008, chamaria novamente as atenções do mundo para o conflito que atualmente ameaça a paz no continente Sul-americano. Este livro é o relato contundente de sua experiência como prisioneira da guerrilha narcotraficante, em meio à fome, à doença e às humilhantes condições impostas pelos sequestradores. Os momentos mais dramáticos de sua longa crônica de desventuras certamente são as desesperadas tentativas de fuga. Decidida a recuperar sua liberdade a qualquer custo, Ingrid tentou escapar diversas vezes, sendo invariavelmente recapturada pela guerrilha, faminta e perdida na selva. A vítima retrata seus algozes sem rancor, descrevendo-os em sua miséria política e humana. O bem-sucedido fim do sequestro, em julho de 2008, encerra o livro num tom de cautelosa esperança, dedicado à preocupante situação dos reféns ainda em poder das Farc.

5 – Um livro com 5 palavras no título: 
CARTA DE AMOR AOS MORTOS (Ava Dellaira): Este livro foi uma decepção para mim, mas a história é bem interessante. Cartas de Amor aos Mortos - Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era — encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um — é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.
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6 - Um livro que você acha "meia boca", mas que a maioria dos leitores adora:
A MALDIÇÃO DO TIGRE (Colleen Houck); Não me matem galera, mas realmente esta história não me convenceu. O livro nos traz a Kelsey, que perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.
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7- Uma trilogia com uma história tão rica que merecia virar uma série com no mínimo 7 volumes:
MILLENNIUM (Stieg Larsson): Acho pouco provável que alguém não tenha gostado muito desta trilogia, inclusive pessoas que não curtem muito o tema. Eu sou um exemplo disso, não costumo ler livros policiais e com abordagens politicas tão profundas, mas esta serie me escrwavizou do começo ao fim e ainda que tenha se encerrado no terceiro livro, eu tenho a impressão que ainda tinha bastante coisa para ser desenvolvida. A Trilogia Millennium é uma série composta de três volumes escritos pelo jornalista sueco Stieg Larsson. Os livros são: OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES, A MENINA QUE BRINCAVA COM FOGO e A RAINHA DO CASTELO DE AR. No Brasil, o primeiro volume foi lançado em 2008, o segundo e o terceiro foram lançados em 2009. O tema da violência sexual contra as mulheres nos seus livros deve-se ao fato de que Larsson, enojado, testemunhou o estupro coletivo de uma jovem quando ele tinha 15 anos. O autor nunca se perdoou por não ajudar a garota, cujo nome era Lisbeth - como a jovem heroína de seus livros, e resolveu dedicá-los a ela. 

8 - Um livro "gordo" que vale a pena cada página:
DEZENOVE MINUTOS (Jodi Picoult): Este foi um dos melhores livros que eu li em 2014 e sempre que posso, eu indico a leitura dele porque apensar das suas 600 páginas recheadas de letras minusculas, o ivro vale cada linha. O livro nos traz Sterling, uma cidadezinha comum do interior, onde nada acontece – até o dia em que a quietude é abalada por um terrível ato de violência. Peter, um adolescente socialmente isolado que há anos sofre bullying, um dia leva uma arma para a escola e abre fogo contra os colegas, matando dez pessoas. Narrações do passado revelam como as constantes provocações dos outros alunos levaram Peter a se isolar, buscando refúgio em jogos violentos de computador. Josie, filha da juíza responsável pelo caso e que já foi a melhor amiga de Peter, deveria ser a testemunha mais valiosa de acusação, mas não consegue se lembrar do que aconteceu bem diante de seus olhos – ou será que consegue? Conforme o julgamento avança, rupturas entre os adolescentes da escola e a comunidade adulta começam a se revelar, destruindo famílias e as amizades mais íntimas.
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9 - Um livro que não chegou a ser 10 reais:
TODO DIA (David Levithan). Morro de orgulho quando pago pouco em um livro bom e este livro é um ótimo exemplo disso. Todo Dia - Neste livro, o autor leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, ele precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, ele já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.
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10 – Um livro que, para você, é nota 10:
O PACIFISTA (John Boyne): Acharam que iam passar por uma tag inteira sem que eu falasse do emu autor favorito? Não mesmo! Pra mim, este livro é um dos melhores da minha vida inteira e com certeza o meu preferido dentro de todos os livros do autor que eu já pude ler e sempre que penso nesta história, meu coração fica apertado de saudade de Tristan e Will. O cenário é a Inglaterra, setembro de 1919. Tristan Sadler, vinte e um anos, toma o trem de Londres a Norwich para entregar algumas cartas à irmã mais velha de William Bancroft, soldado com quem combateu na Grande Guerra. Mas as cartas não são o verdadeiro motivo da viagem de Tristan. Ele já não suporta o peso de um segredo que carrega no fundo de sua alma, e está desesperado para se livrar desse fardo, revelando tudo a Marian Bancroft. Resta saber se o antigo combatente terá coragem para tanto. Enquanto reconta os detalhes sombrios de uma guerra que para ele perdeu o sentido, Tristan fala também de sua amizade com Will, desde o campo de treinamento em Aldershot, onde se encontraram pela primeira vez, até o período que passaram juntos nas trincheiras do norte da França. O leitor pode testemunhar o relato de uma relação intensa e complicada, que proporcionou alegrias e descobertas, mas também foi motivo de muita dor e desespero.
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Enfim, estas foram as minhas escolhas para responder esta tag e agora eu quero conhecer as respostas de vocês. Deixem nos comentários os livros que vocês associariam a cada número e se sentiram vontade de ler alguns dos que eu indiquei. 
Beijos
Comentários
1 Comentários

Um comentário:

  1. Que tag legal!!! Adorei e já peguei a dica para responder lá no blog também!
    Marian Keyes também é uma de minhas autoras favoritas! Ainda não li Sushi mas pretendo comprar e ler ainda esse ano.
    Como não amar a Trilogia Millennium? Sou viciada nessas histórias e apaixonada pela escrita do Stieg. Também adoraria que ele tivesse escrito outros volumes, imagina que fantástico saber que destino ele daria à Lisbeth, minha personagem favorita.
    Cidades de Papel... meu livro favorito do Green, maravilhoso, espero que goste também!

    Beijos!
    http://umaleitoravoraz.blogspot.com.br/

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