Maratona de Releituras 2026

quinta-feira, 4 de junho de 2026



Oi gente que ama livros!

Se você me acompanha aqui há algum tempo, deve saber que o mês de junho é dedicado à Maratona de Releituras, ou seja, me permito reler alguns livros que de alguma maneira foram importantes para mim e que estou com saudade de estar nestes universos.

Sendo assim, escolhi 10 livros para reler, são eles:

Orgulho e Preconceito (Jane Austen):
Ambientado na Inglaterra do século XIX, este romance de época nos transporta para um mundo de etiqueta, amor e desafios sociais. A história gira em torno da encantadora e inteligente Elizabeth Bennet, uma jovem de espírito livre e opiniões fortes, e do misterioso e aristocrático Sr. Darcy. Com diálogos brilhantes e uma narrativa envolvente, Jane Austen nos conduz por um jogo de encontros e desencontros, preconceitos e descobertas, enquanto os personagens enfrentam as complexidades das relações sociais e os dilemas do coração. Ao longo das páginas, somos apresentados a uma gama de personagens memoráveis, desde as irmãs de Elizabeth até os pretendentes em busca de casamento. Cada personagem é cuidadosamente construído, retratando diferentes facetas da sociedade da época e explorando temas como amor, casamento, classe social e moralidade. "Orgulho e Preconceito" é uma obra que transcende gerações, continuando a cativar leitores de todas as idades com sua narrativa inteligente e atemporal. É um mergulho profundo nas nuances da sociedade e nas emoções humanas, com uma escrita elegante e perspicaz que encanta e inspira. Este livro é um tesouro literário que nos convida a refletir sobre os preconceitos arraigados em nós e a valorizar a busca pela verdadeira conexão humana, mostrando que o amor verdadeiro pode superar as barreiras impostas pela sociedade e nos ensinando importantes lições sobre humildade, respeito e autoconhecimento.

Uma curva no tempo (Dani Atkins):
A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona? A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente? Duas histórias diferentes podem levar ao mesmo final feliz?








Proibido (Tabitha Suzuma):
ELA é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis. ELE é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes. ELES são irmão e irmã. Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade. Os livros de Tabitha Suzuma foram indicados para diversos prêmios, entre eles a Carnegie Medal, o Waterstone´s Book Prize, o Jugendliteraturpreis e o Branford Boase Book Award. Ela foi premiada com o Young Minds Award, o Stockport Book Award e o Premio Speciale Cariparma para Literatura Europeia. Proibido foi lançado com enorme sucesso na Alemanha, Itália, Estados Unidos, Dinamarca, Grécia e Espanha, entre outros países.

Padre, Perdão porque pequei (Sierra Simone):
Um padre não pode se casar. Um padre não pode abandonar seu rebanho. Um padre não pode dar as costas a Deus. Essas são regras que por três anos guiaram a vida do jovem padre Tyler Bell. Até ela aparecer. Desde que escutou a voz aveludada de Poppy Danforth no confessionário, o sacerdote não conseguiu mais afastar os pensamentos impuros. E uma vez que prove do gosto do pecado, será impossível resistir à tentação.











Comer Rezar Amar (Elizabeth Gilbert):
 Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. Este livro é a envolvente crônica desse ano. Seu objetivo era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um - o prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos.






Sua Resposta Vale Um Bilhão (Vikas Swarup):
 Sua resposta vale um bilhão , romance de estréia do diplomata indiano Vikas Swarup, é uma narrativa à maneira das Mil e uma noites , com uma história central em que um personagem conta histórias para outro. O contador de histórias aqui é Ram Mohammad Thomas, um garçom de dezoito anos que ganhou um bilhão de rupias - o maior prêmio de todos os tempos - num programa televisivo de perguntas e respostas. Os organizadores do concurso, inadimplentes, se recusam a pagar o prêmio. Alegam que um garoto inculto como Ram não poderia conhecer as respostas, e o entregam à polícia para que ele seja torturado e confesse a fraude. Salvo por uma advogada, Ram terá de contar a ela a história de sua vida. Cada episódio explica como ele ficou sabendo coisas como o significado da inscrição "INRI", que aparece nos crucifixos, e qual a maior condecoração por bravura concedida pelas forças armadas indianas. Unificadas pela presença do protagonista, herói picaresco que sempre acaba se saindo bem, graças a uma combinação de esperteza e sorte, as narrativas são ora cômicas, ora trágicas e apresentam um rico panorama da Índia contemporânea, onde passado e presente, miséria e opulência, religiosidade e comercialismo, ternura e violência se misturam.

Eleanor Oliphant está Muito Bem (Gail Honeyman):
 Eleanor Oliphant é uma criatura metódica e solitária, cuja total falta de habilidades sociais e ausência de filtro ao dizer o que pensa acabam por afastá-la de uma convivência normal em sociedade. Além disso, sua aparência peculiar a transforma em alvo de piadas no ambiente corporativo. Mas, para ela, está tudo muito bem: às vésperas de completar 30 anos, Eleanor está satisfeita com a vida que leva ― trabalha na área administrativa de uma empresa de design gráfico há quase uma década e passa os fins de semana em seu apartamento na companhia da planta de estimação, palavras cruzadas, muita pizza congelada, vodca e breves conversas ao telefone com a mãe, que está na prisão. Eleanor não sente o vazio de uma vida sem família e amigos porque nunca soube o que é ter a companhia e o amor de outras pessoas: desde muito nova habituou-se à rotina de passar de lar adotivo a lar adotivo até concluir a faculdade e arrumar um emprego. Mas tudo muda quando Eleanor conhece Raymond, o novo funcionário de TI da empresa. Quando os dois, juntos, salvam a vida de Sammy, um senhor que desmaia no meio da rua, os três se tornam amigos que salvam uns aos outros da vida de isolamento que vinham levando até então. E, por fim, com seu grande coração, Raymond ajudará Eleanor a revisitar traumas reprimidos do passado e encontrar o caminho para curar suas dores. Eleanor Oliphant está muito bem é a história de uma heroína fora do comum. Seu estilo seco e esquisito e sua sagacidade involuntária criam uma irresistível jornada na qual, no fim das contas, ela descobre que a melhor maneira de sobreviver é abrindo o coração. Ganhador do Costa Book Award for First Novel (2017) e do WHSmith Fiction Book of the Year (2017).

Inferno no Ártico (Claudia Lemes):
 Assassinatos bizarros abalam a cidade de Barrow, Alasca, durante o período de dois meses de noite polar. A detetive brasileira Barbara Castelo desconfia que seu primeiro caso de homicídio tem ligações com o ocultismo, e precisa superar suas diferenças com o parceiro, Bruce Darnell, além de sua fobia do escuro, para encontrar o serial killer antes que ele consiga completar sua missão macabra"












The Congress of Rough Riders (John Boyne):
William Cody grows up surrounded by his father's tales of Buffalo Bill, to whom he is distantly related, and his fantasies of the Wild West. Though he escapes his heritage by fleeing abroad and starting a new life for himself, he finds that he is always drawn back to England and to his ancestry. When his father proposes that together they should recreate Buffalo Bill's stage show, "The Congress of Rough Riders of the World" for a contemporary audience, William refuses to have any part of it. When tragedy strikes, however, it is to his father that he must eventually return.









A Mulher que Roubou Minha Vida (Marian Keyes):
 Um dia, andando de carro em meio ao tráfego pesado de Dublin, Stella Sweeney, mãe e esposa dedicada, resolve fazer uma boa ação. O acidente de carro que resulta disso muda sua vida. Porque ela conhece um homem que lhe pede o número do seu celular para o seguro, plantando a semente de algo que levará Stella muitos quilômetros para longe de sua antiga rotina, transformando-a em uma superestrela e também, nesse processo, virando a sua vida e a de sua família de cabeça para baixo. Em seu novo e divertido romance, Marian Keyes narra a história de uma mudança de vida. É tudo muito bom quando se passa de um cotidiano banal para dias cheios de eventos glamorosos — mas, quando essa vida de sonhos é ameaçada, pode-se (ou deve-se) voltar a ser a pessoa que se costumava ser?

Estas foram as minhas escolhas de releituras e estou muito empolgada em me reencontrar com estes enredos e rever estes personagens. Tenho certeza que será maravilhoso.

E vocês, se tivessem que escolher livros para reler dentro de um mês, quais seriam as suas escolhas? Deixem os livros que fariam parte da seleção de vocês nos comentários, adorarei conferir.

Beijos

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Ivi Campos

49 anos. De todas as coisas que ela é, ser a mãe do André é a que mais a faz feliz. Funcionária Pública e Escritora. Apaixonada por música latina e obcecada por Ricky Martin, Tommy Torres, Pablo Alboran e Maluma! Bookaholic sem esperanças de cura, blogueira por opção e gremista porque nasceu para ser IMORTAL! Alguém que procura concretizar nas palavras o abstrato do coração.




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