3.9.21

Filme da Vez #114 O Esquadrão Suicida 2

FICHA TÉCNICA:
Título Original: The Suicide Squad
Ano de Produção: 2021
Lançamento no Brasil: 5 de Agosto de 2021  
Duração: 130 minutos
Gênero:  Ação, Aventura, Fantasia
País de Origem: Estados Unidos
Classificação Etária: 16 anos
Direção: James Gunn
Elenco: Margot Robbie, Idris Elba, John Cena, Joel Kinnaman, Jai Courtney, Peter Capaldi, Alice Braga, Pete Davidson, David Dastmalchian, Michael Rooker, Taika Waititi, Nathan Fillion, Storm Reid, Daniela Melchior, Steve Agee, Sean Gunn, Joaquin Cosio, Juan Diego Botto, Julio Ruiz, Flula Borg, Tinashe Kajese, Mayling Ng, Jennifer Holland, Viola Davis.
Distribuidora: Warner Bros 
Sinopse: Liderados por Sanguinário (Idris Elba), Pacificador (John Cena), Coronel Rick Flag (Joel Kinnaman), e pela psicopata favorita de todos, Arlequina (Margot Robbie), o Esquadrão Suicida está disposto a fazer qualquer coisa para escapar da prisão. Armados até os dentes e rastreados pela equipe de Amanda Waller (Viola Davis), eles são jogados (literalmente) na remota ilha Corto Maltese, repleta de militantes adversários e forças de guerrilha. O grupo de super vilões busca destruição, mas basta um movimento errado para que acabem mortos.

Depois de um longo período devido a pandemia, fui ao cinema. Minha primeira opção de filme era “Velozes e Furiosos 9”, porém, não foi possível pela questão de disponibilidade de horário, então escolhemos “O Esquadrão Suicida”. Não vi o primeiro filme (Esquadrão Suicida, lançado em 2016), o que fez com que eu não entendesse algumas situações e piadas inseridas no enredo.

As primeiras cenas são violentas e até meio forçadas e o grupo é “jogado” na ilha sul americana Corto Maltese, o que me animou pelas várias cenas em espanhol, com clima bem latino. Durante a história, há cenas tão bizarras que se tornam engraçadas (como as do projeto estrela do mar) e outras cenas com falas relacionadas a sexo, o que justifica a classificação etária do filme.


As melhores cenas ficam por conta de Arlequina (Margot Robbie), com seu sarcasmo e coragem. 
Bolinha (David Dastmalchian) é um dos personagens que mais me agradou também, pois conta que a mãe fez experimentos para que tivesse poderes especiais. Ele trouxe certo drama à trama, ajudou a equipe e as visões de sua mãe rendem cenas terríveis e ao mesmo tempo engraçadas.

O filme destaca a importância da união e trabalho em equipe, além de valorizar (ou pelo menos não menosprezar) os considerados mais fracos, já que estes podem contribuir ou até resolver sozinhos uma situação que parecia bem complexa.


Há uma cena pós crédito que nos frustrou bastante, pois esperávamos outro personagem envolvido e sugere continuação da história destes vilões.

Como entretenimento foi válido, mas esperava bem mais!

Trailer: 

Um comentário:

  1. Não consigo me sentir atraída pelo Esquadrão Suicida, tanto que não fui ver o primeiro e nem verei o segundo.

    Danielle Medeiros de Souza
    danibsb030501@yahoo.com.br

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