29.6.20

Tag dos 50% - 2020


Oi gente que ama livros, hoje venho responder a Tag dos 50%, que tem como objetivo fazer um balanço sobre as nossas leituras no primeiro semestre de 2020.

Vamos conferir?

O melhor livro que você leu até agora:
Fahrenheit 451 (Ray Bradbury): O livro nos traz Guy Montag, bombeiro muito tranquilo, em paz com sua vida e casado com Mildred, que passa o dia inteiro assistindo televisão. Guy tem a vida sob controle, porém a profissão de bombeiro no universo deste livro não é como a que conhecemos. Neste caso, os bombeiros não apagam fogo, na verdade colocam fogo em livros. Isso mesmo, a literatura é proibida neste lugar e os bombeiros verificam denúncias sobre pessoas que insistem em manter livros em suas casas. As pessoas aprendem a ler, mas somente para ler as revistas que trazem as grades da programação de TV ou coisas irrelevantes. As pessoas já não ficam mais tanto tempo na escola porque não é necessário aprender tanto e desta forma, o governo consegue manipular a população como for conveniente. Alguns fatos acontecem e despertam Guy para o fato de que esta realidade não é saudável. Ele conhece Clarisse, uma vizinha recém-chegada, percebe que ela consegue conversar sobre coisas além da televisão e desconfia que ela é mais inteligente que o resto das pessoas que o cercam. Outro momento é quando Guy chega em casa, encontra a esposa desacordada em função de ter exagerado na dose de um medicamento e percebe que quando ela volta a si, encara o fato com normalidade, como se fosse normal estar entorpecida. Logo, Guy percebe que a população geral está da mesma forma: entorpecida pela ignorância. Mas o que realmente o choca é quando vai colocar fogo em uma biblioteca particular e a dona desta biblioteca decide que morrerá junto com os livros, então Guy começa a entender que livros são capazes de mudar pessoas. Este livro foi uma aventura intensa e muito agregadora. Tinha medo de ler o livro por se tratar de um clássico e acabou sendo um dos melhores livros que já li na vida!!!

A melhor continuação que você leu até agora:
Um Cavalheiro a Bordo (Julia Quinn): Este é o terceiro volume da série Os Rokesbys e traz como protagonista uma Bridgerton, sobrenome da família da série mais popular e amada da autora. O livro nos traz Poppy que não gosta muito de ficar em casa. Ela prefere passear, explorar os arredores e é em um de seus passeios que ela suborna sua acompanhante durante uma caminhada pela beira da praia. Poppy encontra uma caverna recheada de itens escondidos, mas é surpreendida por dois piratas que alegam não poder deixá-la ali. Afinal, segredos estão escondidos naquela caverna e ela é levada contra sua vontade, amarrada e amordaçada até o encontro do capitão. O capitão é James, que não esperava uma mulher na sua tripulação, mas não pode deixá-la na caverna. Se vê obrigado a levá-la para uma viagem a Portugal com duração de uma semana, onde serão obrigados a dividirem o mesmo espaço. Em grande parte, o livro se desenvolverá nesta viagem e no convívio dos dois personagens dentro da cabine do capitão. Não vou mentir par a vocês, quando percebi que Poppy seria levada para o navio e que a possibilidade dela se apaixonar pelo capitão era óbvia, eu torci o nariz para o enredo. Não tolero esse tipo de plote e não consigo justificar esse tipo de violência dentro de qualquer enredo. Mas conforme a narrativa ganhou ritmo, foi complicado não torcer pelo casal porque Poppy é intensa e carismática. Inteligente, determinada, corajosa e mesmo sendo refém, ela se impõe o tempo todo para James. Este sim me surpreendeu sendo não apenas um mocinho cheio de encantos físicos e românticos, mas honesto, justo e destemido. Sendo assim, tive que engolir minha problematização e amar a história. Amar ao ponto de eleger este livro o melhor dentro da série e a melhor continuação que li no primeiro semestre de 2020.

Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito:
Os Sonhadores (Karen Thompson Walker): Este livro veio na caixa de abril da Tag Inéditos e só ouvi elogios para ele, mas ainda não consegui encaixar nas leituras.
Sinopse: Os sonhadores narra os acontecimentos em uma cidadezinha americana chamada Santa Lora. Um surto de uma doença desconhecida se alastra pela cidade, levando os moradores a entrarem em um profundo sono. Os capítulos narram o que acontece com alguns personagens, quem adoece, o que se passa durante a doença e outros fatos. O livro impressiona devido ao que estamos passando atualmente, com diversas passagens super reais para nós.






O livro mais aguardado do segundo semestre:
Friends Forever. Sou muito fã da série e quero muito esse livro. 
Sinopse: Friends apresentou ao mundo seis melhores amigos que poderiam ser os seus melhores amigos. Ou os da sua tia. Ou os do seu vizinho. Com um enredo tão simples, talvez poderia ter dado tudo errado nas mãos de outras pessoas e nós não teríamos este livro. Mas Friends caiu nas mãos certas… tanto daqueles que conhecemos tão bem da TV quanto dos que trabalharam nos bastidores. E aí tudo aconteceu. Friends se tornou uma das comédias mais queridas da atualidade e resistiu ao tempo. Qual outro programa de TV consegue agradar tanto a geração X como aos Millennials, e influenciou não só outros seriados como até nosso jeito de falar? Ou você nunca ficou na Friendzone ou não tem um BFF? Difícil não pensar nos nossos 20 e poucos anos e não associar alguma situação da nossa própria vida com Rachel, Monica, Phoebe, Joey, Chandler e Ross. Difícil também escolher algum preferido, porque o que amamos em Friends é justamente ver os seis juntos. Pegue uma xícara gigante de café e prepare-se, porque, quando abrir estas páginas, certamente vão rolar risos e quem sabe algumas lágrimas de nostalgia também.

O livro que mais te decepcionou esse ano:
Virgin River - Um lugar para sonhar (Robyn Car): O livro traz Mel, uma enfermeira com especialização em partos contratada para trabalhar em um vilarejo chamado Virgin River, ao norte da Califórnia. Além do salário, foi prometida estadia em uma linda cabana no campo para Mel, porém quando ela chega a cidade após um contratempo na estrada, a linda cabana está imunda, caindo aos pedaços e impossível de ser habitada. Cansada e com fome, Mel vai parar no bar do Jack, um veterano da guerra do Iraque e logo formam uma amizade. Mel decidiu largar a badalada Los Angeles após a perda do marido por um ato de violência na cidade. Ainda lidando com o seu luto, acreditou que a melhor saída era se afastar de tudo. Sua irmã não aceitou a decisão de Mel, mas nem por isso deixou de apoiá-la. O enredo tem vários sub plotes que não são desenvolvidos com muita profundidade, por isso a leitura do livro não foi tão satisfatória como assistir a série porque no audiovisual e com muitos episódios, foi possível explorar personagens e desenvolver arcos narrativos mais profundos. A meu ver, algumas alterações feitas para a adaptação foram excelentes e funcionaram muito bem, mas o livro foi uma decepção.

O livro que mais te surpreendeu esse ano:
O Acerto de Contas de Uma Mãe (Sue Klebold): Em “O Acerto de Contas de Uma Mãe – A vida após a tragédia de Columbine”, temos o relato da tragédia pelos olhos de Sue Klebold, a mãe de Dylan Klebold, um dos atiradores responsáveis por aquele dia de horror em 20 de abril de 1999. É uma narrativa forte, que nos faz pensar sobre nossa vida e sobre nossas atitudes no trato com as pessoas. Sue Klebold é a mãe de Dylan Klebold e embora comece nos contando como foi o dia da tragédia, o livro segue uma ordem linear e cronológica: ela conta sobre a vida de Dylan desde o dia do seu nascimento. Com o olhar de uma mãe carinhosa, relata que ele sempre foi doce, bom filho e teve um comportamento tranquilo na escola, sendo uma das crianças mais inteligentes nos anos de ensino fundamental. Esse comportamento mudou um pouco com a chegada da adolescência e Dylan se tornou mais introspectivo, mas isso sempre foi visto apenas como uma característica de sua personalidade. Ele tinha amigos, dividia seu tempo entre a escola e pequenos trabalhos como em uma pizzaria da cidade e tinha uma vida social saudável, até se aproximar de Eric Harris. Eu sabia que seria um livro intenso, mas foi mais que isso, foi assistir uma mãe se desnudar diante do mundo, dizer em alta voz que falhou e por isso, vidas foram perdidas. Um livro inesquecível!!

Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente):
Octavia E. Butler: Nesse primeiro semestre tive o prazer de conhecer a escrita dela e que escrita, minha gente!. Sempre tive apreensão porque ela é uma escritora clássica de ficção científica e as duas características me afastavam de suas histórias, mas isso acabou e já digo que a leitura de Kindred foi uma leitura maravilhosa. O livro nos traz Dana, jovem negra de 26 anos que se muda com o marido Kevin para um novo apartamento em Los Angeles. Porém, Dana se sente mal, tem uma leve tontura e quando percebe, ela já não está na sala do apartamento, mas em um lugar parecido com uma floresta, próximo a um rio onde um menino está se afogando. Sem se preocupar com a estranheza da situação, ela tenta salvar o menino e quando consegue resgatá-lo da água, uma espingarda é apontada para a sua cabeça e ela é confrontada por aquela atitude. Dana viajou no tempo e foi parar nas terras de uma família branca, antes do fim da escravidão. O garoto que ela salvou era Rufus, que na iminência da morte, clamou por Dana, que foi até ele. Quando a vida dela é colocada em perigo, Dana volta para a sala onde estava e o marido está completamente atordoado porque a viu sumir, ainda que tenha sido apenas alguns segundos para ele e tenha se passado mais tempo para ela na floresta. O livro traz uma reflexão muito original, mas incisiva sobre o racismo! Leitura obrigatória para toda a humanidade!!!

Seu personagem favorito mais recente:
Jean Valjean (Os Miseráveis): A história deste personagem é bastante trágica, principalmente quando perde os pais ainda criança e é criado pela irmã. Quando ela fica viúva, com sete filhos para criar, ele começa a ajudá-la. Ao não conseguir emprego no inverno e desesperado, rouba um pão. É pego e condenado a cinco anos de trabalhos forçados, que, acrescidos de diversas fugas, tornam-se dezenove. Aos poucos ele percebe que quem cometeu um crime foi a sociedade, pois o prejuízo que causou não se compara ao que sofreu. Ele é expulso de todos os lugares pelo simples fato de ser um ex-presidiário, o único que o abriga é o bispo de Digne. Algo muda então na perspectiva de Jean e a partir disso, ele decide transformar a sua história. É um personagem tridimensional em um enredo muito forte que traz reflexões muito atuais, apesar de ter sido escrito há tanto tempo.



Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre:
Sessão da meia-noite com Rayne e Delilah (Jeff Zentner): O livro nos traz duas jovens prestes a terminar o ensino médio, Josie e Delia. As duas são amigas desde a infância e juntas apresentam um programa no canal de TV regional que traz os filmes de terror mais bizarros do mundo. Todas as semanas elas interpretam duas irmãs, Rayne e Delilah e embora o programa dê mais prejuízo que lucro, é uma grande diversão para as duas. O livro é um misto de sentimentos grandiosos. A narrativa do autor nos apresenta duas amigas que se amam muito, mas possuem objetivos e realidade de vidas diferentes e precisam se esforçar muito para que a amizade não sofra com as mudanças que a vida impõe. Isso é tratado com muita sensibilidade, conseguimos entender os dois lados desta relação, a motivação de cada uma e torcer pelas duas de igual modo. Como nos outros livros do autor, o final me rendeu um rosto molhado de lágrimas. Um trecho me deixou muito emocionada pela naturalidade e verossimilhança. A realidade nos é apresentada de forma simples, leve, mas cheia de significados e as duas personagens sofrem com suas escolhas e mesmo muito tristes, conseguem entender que tudo pode ser simplesmente uma fase. Enfim, a leitura me trouxe reflexão, diversão com as conversas entre as duas amigas e um final digno de uma amizade que poucas pessoas conseguem ter na vida real. 

Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre:
Na Hora da Virada (Angie Thomas): O livro nos traz a Bri, adolescente negra que mora em um bairro bem desfavorecido e que após compor uma música e vê-la viralizar, tem que lidar com as consequências disso porque as pessoas não interpretaram o que ela queria dizer na canção da maneira certa. Sua família, seus amigos e até seu crush, Malik, entenderam errado o objetivo de Bri e agora ela tem que lidar com muitas situações conflitantes. Mais uma vez a autora me ganhou logo nas primeiras frases. O enredo é desenvolvido de forma fluida e até simples, mas é possível perceber o que a autora quer nos contar, para onde quer nos levar e isso torna a leitura maravilhosa, por imaginar que várias coisas podem dar errado ao Bri tentar se explicar ou deixar que todos a interpretem mal, o que não é tão importante quanto perceber a crítica social inserida em cada parágrafo deste livro. O racismo é discutido de forma didática, lúcida, com embasamento histórico e ainda assim, não deixa o texto truncado ou panfletário. É uma reflexão bem mastigadinha para quem insiste em dizer que racismo não existe e outras coisas idiotas que as pessoas falam por aí vez por outra. Como deu para perceber, eu adorei demais este livro. A história me consumiu e foi uma leitura tão imersiva que podia ouvir a música que a Bri compôs mesmo sem conhecer o áudio original. É um livro que deveria ser leitura obrigatória na escola porque sua mensagem é relevante e necessária.

Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora:
Adoráveis Mulheres: Vamos combinar que o primeiro semestre de 2020 não foi um período propício para o cinema, não é? Fui poucas vezes antes da pandemia chegar ao Brasil e em uma dessas assisti Adoráveis Mulheres. Ainda não li o livro, mas a experiência com o filme foi maravilhosa. Ao contar a história do amadurecimento do quarteto de irmãs e suas aventuras em uma época de escolhas restritas e constantes mudanças, o filme alterna entre o passado e o presente de suas vidas, explorando as diferentes facetas de cada uma delas e praticamente se aprofundando em cada um dos aspectos que formam a experiência feminina e humana. A produção poderia ser atribuída a nossa era de remakes e ascensão de histórias da perspectiva feminina, mas isto seria reduzir a importância do trabalho realizado pela direção. Gretta Gerwig retorna testando a imortalidade de temas da obra de mais de 150 anos de idade com um êxito admirável. Ela não apenas dá nova vida às icônicas Irmãs March, como identifica o melhor modo de adaptar uma obra literária ao inovar o simples ato de contar uma história. 

Sua resenha favorita desse primeiro semestre:
O Corcunda de Notre Dame (Victor Hugo): Eu adorei escrever a resenha do livro e acho que ela se tornou a minha maior resenha deste blog porque ficou enorme. Com o título original Notre-Dame de Paris ou Nossa Senhora de Paris, é considerado o maior romance histórico do autor e foi um de seus grandes sucessos, traduzido para vários idiomas. Circulou por toda a Europa e ganhou três adaptações cinematográficas, sendo o clássico da Disney (1996) a mais conhecida. Tenho muito carinho pelo desenho, porém ao ler o livro, descobri que a adaptação infantil tem muito pouco da obra original e toda a experiência de leitura foi uma grande desconstrução. Se vocês tiverem a paciência de ler uma resenha gigante, deixo o link AQUI.





O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano:
Mulherzinhas (Louisa May Alcott): Ainda não li, mas está na lista para ler ainda esse ano e a vontade só aumentou depois de conferir o filme de 2020.
Sinopse: Talvez você não tenha ouvido falar de Louisa May Alcott, mas deve ter ouvido a respeito de Jane Austen. Pode ser que não tenha visto o filme “Adoráveis mulheres” de 1994, estrelado por Winona Ryder, mas talvez tenha visto “Lady Bird” de 2017, dirigido por Greta Gerwig. Ao longo das páginas de Mulherzinhas, o leitor entenderá o que une essas obras: fortes personagens femininas que marcaram e continuam a marcar gerações. Acompanhe as aventuras, dores, desilusões amorosas, perdas e aprendizados das irmãs March e descubra o que torna esse livro um dos mais queridos e relevantes da literatura mundial.






Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?

  • A Dança da Morte (Stephen King)
  • E O Vento Levou (Margaret Mitchell)
  • Uma Vida Pequena (Hanya Yanagihara)

Enfim, esse foi o resumo do meu semestre literário. Como foi o primeiro semestre de leituras para vocês? Deixem nos comentários porque vou adorar conferir.

Beijos

11 comentários:

  1. Olá,
    Essa tag é sensacional, ótima para conhecer melhor os gostos dos outros. Tem muito livro incrível nessa sua lista, e vários deles eu tenha na minha lista para leitura.

    Beijo!
    www.amorpelaspaginas.com

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  2. Oi oi,
    o único livro que você citou que além de conhecer eu amei, foi Um Cavalheiro a Bordo. Espero ler pelo menos alguns dos livros que citou no post. Adorei conhecer todas essas obras, e como amou todas elas.

    Beijoss, Enjoy Books

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  3. Oii!!

    Não li nenhum dos livros citados no post ainda, uma pena... Morro de vontade de adquirir Mulherzinhas pois a capa é linda e o conteúdo tbm... O Cavalheiro a Bordo, eu preciso comprar tbm! Gostei da postagem!

    Beijinhos,
    Ani
    www.entrechocolatesemusicas.com.br

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  4. Adorei o seu post! E, sem dúvidas, Friends Forever é o livro mais aguardado mesmo hahaha. Com relação a Virgin River, eu não li o livro, mas finalizei a série recentemente e fiquei realmente apaixonada pelo enredo. Bom saber que fizeram algumas mudanças para que isso acontecesse.

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  5. Olá, como vão as coisas?

    Adorei a tag! Dos livros que você citou, só li Fahrenheit 451 e é um dos meus livros favoritos da vida... É sensacional e muito atual, inclusive, apesar de ter sido escrito no século passado, já que a sociedade está cada vez mais "alienada".

    Abraços!
    www.acampamentodaleitura.com

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  6. Curti a Tag, muitos dos livros nao conhecia, mas fiquei bastante curiosa com Sessão da meia noite etc(esqueci o resto do livro kkkk) e o livro Na hora da virada esta na meta de leitura

    Brubs
    https://quemevcbrubs.blogspot.com

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  7. Olá, tudo bem? Estou para responder a tag no blog também, então adorei saber um pouco mais das suas escolhas. Fahrenheit 451 também foi uma das minhas melhores leituras no ano que li, e estou para ler o terceiro volume da JQ ainda. Essa edição de Mulherzinhas é maravilhosa né?! E doida para conhecer a escrita da Octavia que só vejo elogios rasgados. Amei a postagem!
    Beijos

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  8. Oi, Ivi! Tudo bem?
    Eu amo essa tag e respondo todo ano. Adorei ver suas escolhas e saber um pouco sobre suas leituras do primeiro semestre. Eu também amei Um cavalheiro abordo. Também estava com o pé atrás, mas como não amar esse casal né? Porém, confesso que ainda prefiro o segundo livro, que é um dos meus favoritos da Julia Quinn. Eu estou doida por esse livro de Friends, mas fiquei tão triste que os brindes eram só pra pré-venda. Agora vou esperar uma promoção para comprar. Que pena que você se decepcionou com Virgin River. Confesso que eu desanimei um pouco de ler depois de ver a série, porque apesar de estar amando achei que o último episódio foi por um caminho tão previsível que se for assim no livro também prefiro passar longe. Já Adoráveis Mulheres também foi a melhor adaptação que vi esse ano e essa edição de Mulherzinhas é realmente muito linda.
    Beijos!

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  9. Oi!
    Acho essas tag maravilhosas é assim que conhecemos os gostos das pessoas. Esse semestre não li muito, apesar, esse "ano" não li muito, estar dentro de casa com os familiares está me estressando ao ponto de perder a concentração, está muito difícil, mas enfim espero que as coisas voltem ao normal logo. Fahrenheit 451 é um livro sensacional mesmo, adorei, quero ler Os miseráveis e Mulherzinhas, obrigado por suas dicas, parabéns pelo post. Bjs!

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  10. Temos um livro em comum na leitura, que foi ‘Na hora da virada’, foi um livro que me deixou super feliz, adorei conhecer Bri. Inclusive, recebi um salve da minha autora favorita, não seria ninguém menos que Angie Thomas haha! Amei saber suas leituras e adorei a tag!

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  11. Gostei demais das suas leituras. Eu tenho Fahrenheit 451, mas ainda não não consegui ler, quero demais realizar essa leitura. A mesma coisa digo com Os Miseráveis e O Corcunda de Notre Dame. Mas você passou esse semestre bem acompanhada de excelentes títulos.

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