12.8.20

Maratona de Releituras 2020


Oi gente que ama livros!

Se você me acompanha aqui há algum tempo, deve saber que o mês de julho é dedicado à Maratona de Releituras, ou seja, me permito reler alguns livros que de alguma maneira foram importantes para mim e por eu tê-los lidos antes de criar o blog, não possuem resenha.

Sendo assim, escolhi 4 livros para reler e são eles:


1 - Um Capricho dos Deuses (Sidney Sheldon) – Li pela primeira vez em 1993, durante minhas férias de escola e lembro nitidamente de estar na rede da casa da minha irmã devorando esta história. Vocês já tinham nascido em 1993? Na época eu era muito fã do autor e peguei esse livro na biblioteca pública da cidade em que minha irmã morava. Apesar do tempo que se passou, ainda lembro de alguns pequenos detalhes da trama e estou empolgadíssima para ler outra vez.
Sinopse: Estreitar as relações com os países da Cortina de Ferro. Esse era um objetivo do recém-eleito e idealista presidente norte-americano, Paul Ellison. Entre muitas de suas medidas, uma chamou a atenção e causou repercussão na mídia: em vez de designar um diplomata experiente como embaixador da Romênia — país que estava se aproximando dos EUA e gradativamente se afastando da URSS — convida uma jovem mulher para tal tarefa: Mary Ashley é a escolhida. Especialista em assuntos da Europa Oriental da Universidade do Kansas, Mary, casada e com 35 anos, nunca havia deixado o Kansas. Porém, após a morte repentina e estranha de seu marido em um acidente de carro, a jovem aceita a proposta e sem saber, a pesquisadora se coloca numa posição de extremo perigo. Uma sinistra organização secreta, formada por políticos e empresários — tanto de esquerda quanto de extrema direita —, está disposta a tudo para sabotar os planos de Ellison. Inclusive matar Mary. Sem ao menos desconfiar de tamanho perigo, Mary acaba envolvida com dois belos e enigmáticos homens, mas apenas um pretende ajudá-la. Contratado pelos extremistas, um bárbaro terrorista, famoso. Com um final surpreendente, repleto de mistério, personagens fascinantes e reviravoltas de tirar o fôlego, esse romance de Sidney Sheldon, um gênio da literatura norte-americana, envolve o leitor do início ao fim.

2 – Não há silêncio que não termine (Ingrid Betancourt) – Li pela primeira vez em 2011 e fiquei impressionada com a crueza do texto ao relatar os anos em que essa mulher foi refém da FARC na Colômbia. Foi uma leitura visceral, intensa e que me ensinou muito sobre a política dentro daquele país.
Sinopse: Antes de se candidatar à presidência da Colômbia, em 2001, Ingrid Betancourt, senadora da República, graduada no Institut d'Études Politiques de Paris, tinha uma vida segura e confortável. Seu sequestro pela FARC em fevereiro de 2002 obrigou-a repentinamente a experimentar toda sorte de privações, encarcerada em condições degradantes no meio da selva colombiana. Não há silêncio que não termine é a história de sua temporada no inferno do cativeiro. Uma história dramática, que se lê como um triller, mas que não deixa de ser uma reflexão profunda e muito pessoal sobre o significado da liberdade. Ingrid narra com implacável lucidez os episódios mais significativos do longo período em que esteve presa. Acorrentada, separada dos companheiros de suplício e não raro ameaçada de morte, ela viu a esperança inicial de libertação ceder lugar à prostração e à indiferença. Como costuma acontecer em situações semelhantes, as relações com os sequestradores eram abaladas pelos desentendimentos mais corriqueiros a respeito da rotina do cativeiro. Entretanto, aferrada à vida pelo amor à mãe e aos filhos, Ingrid resistiu com dignidade à pressão psicológica exercida pelos algozes, recusando-se a delatar companheiros e a colaborar com a desumanização dos sequestradores. Desde os primeiros dias planejando uma fuga impossível, Ingrid tentou escapar diversas vezes, sendo invariavelmente recapturada pela guerrilha, faminta e perdida na selva. As raras cartas destinadas à família e as aparições em vídeos como "prova de vida" foram por vários anos os únicos resquícios de sua existência no mundo exterior. Por outro lado, a escuta cotidiana do programa de rádio destinado às mensagens das famílias dos sequestrados conectava-a com os entes queridos, dando-lhe forças para resistir em meio à doença, à fome e ao desespero. O livro termina com a cinematográfica operação do exército colombiano que libertou Betancourt e outros treze reféns.

3 – A Menina Que Brincava com Fogo (Stieg Larsson) - Este é o volume dois de uma das melhores histórias de suspense e mistério da atualidade. Li a primeira vez em 2010, quando só se falavam deste enredo. Ano passado li o primeiro volume nesta mesma maratona e amei a experiência, então nada melhor que repetir a aventura com a sequência.
Sinopse: "Não há inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade", raciocina Lisbeth Salander, protagonista de A menina que brincava com fogo, de Stieg Larsson. O autor - um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país - morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo. Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson. A própria Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo, que sabe atacar com precisão quando se vê acuada. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam cometidos por repórteres sensacionalistas, praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi morto a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados: um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes - um Colt 45 Magnum - não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis - e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados. A menina que brincava com fogo segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. O resultado é um romance ao mesmo tempo movimentado e sangrento, intrigante e impossível de ser deixado de lado.

4 – Casório (Marian Keyes) – É óbvio que teria Marian Keyes nesta maratona, certo? Li a maioria dos seus livros antes do blog, por isso tem poucos livros dela resenhados aqui. Li Casório pela primeira vez em 2010 e lembro das gargalhadas sonoras que dei ao longo da história.
Sinopse: Lucy Sullivan vai se casar. Essa moça de 26 anos divide o apartamento com as amigas e não tem dúvidas de que, dentro de poucos meses, entrará na igreja durante uma linda cerimônia. Só falta um pequeno detalhe: o noivo! Mas Lucy, que nem ao menos tem um namorado e nunca foi muito bem-sucedida no amor, confia piamente nas previsões de sua cartomante e iniciará uma busca incessante (e hilariante) por um bom partido: ele só precisa ser bonito, inteligente e não lembrar em nada o seu pai. A escritora Marian Keyes – após os imensos sucessos Melancia, Férias! e Sushi – está de volta com Casório?! , um romance contagiante e engraçadíssimo.




Estas foram as minhas escolhas de releituras e estou muito empolgada em me reencontrar com estes enredos e rever estes personagens. Tenho certeza que será maravilhoso.

E vocês, se tivessem que escolher livros para reler dentro de um mês, quais seriam as suas escolhas? Deixem os livros que fariam parte da seleção de vocês nos comentários, adorarei conferir.

Beijos

7 comentários:

  1. Oi, Ivi.
    Adorei a sua ideia de reservar um mês para releituras!
    Eu nunca fui muito de revisitar histórias já lidas, mas nesse ano reli algumas histórias e amei o processo! Foi ótimo poder enxergar detalhes que não tinha visto da primeira vez!
    Beijos
    Camis - blog Leitora Compulsiva

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  2. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  3. Olá, tudo bem? Ahhh, que bacana essa maratona de releituras! Eu nunca reli um livro, mas ultimamente estou sentindo bastante vontade de reler alguns que são importantes para mim.

    Beijos,
    Duas Livreiras

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  4. Ah, que maravilha essa ideia de dedicar um mês a releituras! Eu nunca tinha pensado nisso, mas amei e penso começar a fazer o mesmo!

    Este ano eu reli uns três livros, o mais recente foi agora em agosto (reli O Retrato de Dorian Gray). Dedicar um mês a releituras me parece que dará super certo comigo. Dois livros que preciso reler, pois ainda não fiz resenha são: Anjos e Demônios, O Código da Vinci, ambos do Dan Brown.

    Esse livro do Sidney Sheldon é incrível! Li faz alguns anos e gostei bastante. Sou muito fã do autor e devorei todos os seus livros adultos, faltam só alguns infantojuvenis.

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  5. Oi, Ivy! Adoro releituras e rever personagens que amo! Acho muito legal ter um mês apenas para isso, mas acho que eu não conseguiria. De vez em quando eu releio um livro! rs
    bjos
    Lucy - Por essas páginas

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  6. Oi Ivi, desculpa a demora rs.
    Ah, eu gostei dessa sua TAG, tem tantos livros que gostaria de reler, inclusive já estou relendo a série dos Irmãos Slaters e a saga do Harry Potter.
    Eu não tenho um mês para reler os livros, quando dá aquela saudade vou lá e deixo o que estou lendo e recomeço o outro rs. É muito bom!

    Beijos.
    Manuscrito de Cabeceira

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  7. Oi, Ivi!
    Eu estou sempre relendo, acredito que alguns livros valem a pena ser lidos e relidos... Se não estou enganada reli uns 10 livros mais ou menos esse ano, estão anotados lá no skoob na minha estante, e provavelmente essa lista vai aumentar daqui para o fim do ano rsrs.

    Do Sidney Sheldon li apenas um livro e gostei; não conheço Um Capricho dos Deuses mas vi que já tem resenha sua e vou lá dá uma olhada...
    Conheço a escrita da Marian Keyes mas não li Casório, contudo, Lucy parece bem louquinha, hein?!
    Abraços!

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