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Filme da Vez #32: Inferno

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Inferno
Ano de Produção: 2016
Lançamento no Brasil:  13 de Outubro de 2016
Duração: 117 minutos
Gênero: Suspense
País de Origem: Estados Unidos
Classificação Etária: 12 anos
Direção: Ron Howard
Elenco: Tom Hanks, Felicity Jones, Ben Foster, Ana Ularu, Irrfan Khan, Omar Sy, Sidse Babett Knudsen.
Distribuidora: Sony Pictures
Sinopse: O renomado professor de simbologia de Harvard, Robert Langdon (Tom Hanks) visita a Itália e se envolve em mais uma aventura envolvendo símbolos ocultos e corporações secretas. Ele se vê em uma jornada em que procura desvendar os mistérios do clássico da literatura "A Divina Comédia", de Dante Alighieri.
Gosto bastante dos livros de Dan Brown e fiquei muito empolgada quando soube que “Inferno” também teria adaptação cinematográfica, mas reconheço que não lembrava da história quando cheguei ao cinema, então a expectativa era alta.

O filme já começa de forma intrigante, com Robert Langdon (Tom Hanks) com problemas de memória, em um hospital com um ferimento na cabeça e sendo ajudado pela médica Sienna Brooks (Felicity Jones). Robert percebe um frasco em seu paletó que só é aberto com sua impressão digital e revela um objeto que pode colocar o futuro da humanidade em risco.


Com base em suas pesquisas sobre simbologia e se baseando na obra de Dante Alighieri, principalmente no quadro de Sandro Botticelli sobre o Inferno de Dante, Langdon procura desvendar os sinais com a ajuda de Sienna e identifica relação do frasco com o milionário Bertrand Zobrist (Ben Foster), que se suicidou há alguns dias.

O ritmo do filme é muito rápido, quase duas horas passam sem que você nem perceba, pela vontade de descobrir as “pistas” no quadro (como a máscara da peste, comum na Idade Média ou letras que formam palavras ou frases importantes) e se será possível proteger a todos do risco com data marcada. A investigação de Langdon sobre essa máscara em um museu da cidade pode trazer mais problemas do que ele imagina.   

Minha maior surpresa foi a cena em que Langdon percebe quem realmente é Sienna, achei muito inteligente, mesmo que cruel. Fiquei com vontade de reler o livro só para conferir se esse fato é fiel a trama ou foi alterado para causar mais impacto no filme. A explicação de um personagem secundário conecta todos os acontecimentos e me levou a pensar: “como não reparei nisso?”.   

Os lugares mostrados durante o filme são lindos, tanto na cidade de Florença (Itália) como em Istambul, após os protagonistas perceberem que buscavam respostas no país errado. O único detalhe que me incomodou um pouco foi a questão de continuidade: em algumas cenas, Langdon está bem machucado e nas próximas sem grande passagem de tempo, aparece sem machucado nenhum. Por outro lado, há cenas bem legais, como a da morte da agente Vayentha (Ana Ularu).


Nas últimas cenas, há um paralelo entre a vida pessoal de Robert Langdon com Dante (em relação a Beatriz) bem interessante. Gostei muito, recomendo!

Trailer Oficial

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